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Publicado em: 20 Fevereiro 2026

O paradoxo dos logótipos das marcas de luxo, que já não se diferenciam

Inês Veiga Pereira, docente do ISCAP, partilha a sua visão sobre o paradoxo dos logótipos das marcas de luxo já não se diferenciarem, num mercado que vende a exclusividade

Durante anos, ensinei — e continuo a ensinar — que uma marca deve ser única, coerente e distintiva. A marca é identidade, é posicionamento, é emoção. É, também, uma promessa.

Mas nos últimos tempos, ao observar a evolução do design de logótipos nas marcas de luxo, não consigo deixar de notar uma tendência que, ironicamente, parece ir contra estes princípios fundamentais: a homogeneização.

Balenciaga, Berluti, Burberry, Bottega Veneta, Balmain, Saint Laurent, Givenchy, Celine… A lista cresce e os logótipos começam a parecer versões do mesmo molde: fontes ‘sans serif’, caixa alta, traços uniformes, ausência de ícones e de ornamentos.

Uma estética minimalista que se tornou quase uniforme. O objetivo é claro: modernizar, simplificar e tornar legível em qualquer ecrã. Mas será que, ao seguir esta tendência, não estão a abdicar daquilo que as tornava únicas? 

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