"Como surgiu o projeto da UKSI e como foi pensado?
A UKSI nasceu depois de quase 10 anos a trabalhar na área da saúde mental corporativa, anos em que contribuí para a quebra do estigma em torno deste tema, para a mudança de paradigma na forma como as organizações olham para a saúde mental, e em que tive a oportunidade de trabalhar diretamente com mais de uma centena de líderes. Chegou um momento em que senti necessidade de continuar esta missão, mas através de um projeto meu, pensado à minha imagem, onde os princípios ético, humano e científico estivessem acima de tudo o resto.
Antes de ser gestora e empreendedora, fui enfermeira durante 10 anos, e essa marca não se apaga: serei sempre uma pessoa que cuida de pessoas. A UKSI é, no fundo, a forma que encontrei de continuar a fazer isso, mas com total liberdade para construir um projeto fiel àquilo em que acredito.
Na informação que comunicaram, falam da ambição de criar um ecossistema de saúde mental e bem-estar. O que significa, na prática, esta abordagem?
Sem nunca perder o foco na saúde mental das pessoas, e também na «saúde mental» da própria organização, criámos um ecossistema onde, numa única aplicação, as pessoas têm acesso a um conjunto de serviços que, não sendo diretamente saúde mental, contribuem de forma decisiva para o nosso bem-estar e o equilíbrio psicológico.
Falamos de um programa de apoio ao colaborador completo e integrado, que ajuda a resolver questões do dia-a-dia em várias frentes: apoio social, fiscal, financeiro, jurídico, nutricional, e até acesso a consultas médicas. A lógica é simples: a saúde mental não existe isolada do resto da vida das pessoas, muitas vezes o que gera ansiedade ou desgaste é uma questão financeira, jurídica ou familiar por resolver. Ao integrar tudo isto num só lugar, conseguimos cuidar da pessoa como um todo, e não apenas de um sintoma."
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Leia a entrevista na íntegra aqui.

