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Testemunho | João Veiga

Assessoria e Tradução

O João Veiga tem 28 anos é da Régua e está no último ano da licenciatura em Assessoria e Tradução no Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto. Assume-se com um grande entusiasta por tecnologia, música e desportos no geral. Desde a sua entrada no ISCAP teve sempre interesse em participar em várias atividades e eventos sendo que integrou a comissão organizadora do DIS – Dia Internacional de Secretariado de 2018 e 2019, foi estagiário na Revista de Letras “Polissema” entre 2018 e 2019 e, atualmente, estagia no Gabinete de Comunicação e Relações Públicas do Instituto.

Conhece melhor o João e o seu percurso no ISCAP e descobre tudo sobre a licenciatura em Assessoria e Tradução. 

1.     Atualmente, estás prestes a terminar a licenciatura. Quais foram os motivos para ingressares em Assessoria e Tradução?
Os principais motivos que me levaram a ingressar na licenciatura em Assessoria e Tradução foram, além da forte inclinação que sempre senti para a área das Letras, o gosto por línguas estrangeiras e a vontade de as aprender. Quando entrei no curso, via a parte da Assessoria como um complemento interessante e igualmente cativante.

2.     O teu curso permitiu-te aprender 3 línguas em simultâneo. Que vantagem é que isso representa no mundo profissional?
Em termos profissionais, o largo espectro de conhecimentos em diferentes línguas proporciona uma maior oferta e diversidade em termos de oportunidades de trabalho. Estes conhecimentos são importantes para nos destacarmos num mercado de trabalho cada vez mais competitivo, e permitem que nos adaptemos melhor a um ambiente empresarial internacional.

3.     Esta licenciatura abrange duas áreas bastante distintas: a Assessoria e a Tradução. Qual é que te despertou mais interesse? Porquê?
Quando entrei no ISCAP a área que mais queria estudar era a Tradução, responsável também pelo meu ingresso na licenciatura. No entanto, à medida que os meses foram passando e quanto mais aprendi acerca da Assessoria, mais me senti atraído e convencido, não só pela sua abrangência, mas também pela importância a nível profissional. É difícil nomear uma favorita, mas, neste momento, sinto-me mais inclinado para trabalhar em Assessoria.

4.     Que conselho darias ao teu eu no primeiro dia do primeiro ano?
Dizia-lhe para aproveitar e tirar o máximo partido do ISCAP. Não só das festas e dos convívios, mas também das aulas, dos eventos, dos estágios. Para procurar sempre saber fazer mais, e melhor. Dizia-lhe para parar de olhar para o relógio e contar os minutos que faltam para sair, e para contar antes aqueles que ainda tem para ficar.

5.     O que é que te faz feliz no ISCAP?
O que me faz feliz no ISCAP é a dinâmica que existe entre as pessoas. O constante empenho e incentivo dos professores e do staff para que tenhamos a melhor e mais proveitosa experiência universitária possível. O que me deixou mais feliz no ISCAP foi a pessoa que me tornou ao longo destes três anos e a maneira como foi, na minha formação pessoal e profissional, a resposta para muitas das dúvidas que eu não sabia que tinha.