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Testemunho | Catarina Barros

Recursos Humanos

A Catarina Barros tem 21 anos, é de Santa Maria da Feira e está atualmente no último ano da licenciatura em Recursos Humanos no Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto. Considera-se uma apaixonada por música, cães, fotografia, pessoas e faz a gestão do seu dia a dia considerando, ao máximo, os seus interesses como elementos essenciais para a sua satisfação pessoal. Assume-se dinâmica, proativa e ambiciosa e considera-se mais feliz enquanto verdadeira curiosa pois está constantemente à procura de novos projetos que a desafiem.

Neste sentido, e porque gosta realmente das relações humanas, tem vindo a experienciar um conjunto de iniciativas que a tornam autónoma e criativa tendo feito voluntariado há 6 anos sendo que é há 3 anos animadora de eventos e recentemente, iniciou um projeto criado pela própria, de pessoas para pessoas, chamado Bit Station Events

Conhece melhor a Catarina e o seu percurso no ISCAP e descobre mais acerca da licenciatura em Recursos Humanos:

1.     Atualmente, estás prestas a terminar a licenciatura. Quais foram os motivos para ingressares em Recursos Humanos?
Costumo dizer que tudo o que acontece tem um motivo. A minha paixão pelos Recursos Humanos foi o melhor acaso da minha vida académica e, consequentemente, profissional. Terminado, com sucesso, o ensino obrigatório e ainda sem perspetivas definidas futuras, ingressei no curso de Ciências Empresariais numa faculdade do IPP. O plano de estudos era realmente interessante, mas não vocacionado, na generalidade, para aqueles que eram os meus gostos futuros. Ainda assim, e apesar do meu sentido de desorientação no momento, entre outras, realizei uma unidade curricular de Recursos Humanos que me fez apaixonar por esta área tão desafiante da gestão de pessoas. Depressa consegui descobrir que o curso, no ISCAP, era recente e, no ano posterior, em 2017, entrava agora naquela que era a caminhada mais ansiada. Hoje eu acredito que nada é por acaso e que isso não implica que algo bom precise de vir logo, para que tenhamos de excluir “aquela” fase da nossa vida. Pode, no momento, não ser visto com toda a clareza imediata, mas “sê-lo-á antes que se passe muito tempo”. O importante é que consigamos estar disponíveis a evoluir, compreendendo quem somos e qual a nossa missão.

2.     O teu curso permite-te realizar 3 estágios curriculares durante a licenciatura. Como é que os mesmos te preparam para o mercado de trabalho?
A concretização dos 3 estágios curriculares durante a Licenciatura são a chave ideal para uma entrada na porta certa naquele que é o mercado de trabalho. Caracterizado por ser exigente, dinâmico e globalizado, cada vez mais valoriza os profissionais com experiência na área e aqueles que se reinventam. Todos os estágios permitem que haja um alinhamento entre os conteúdos teóricos lecionados em cada unidade curricular e a prática naquela que é a experiência em contexto real no mercado de trabalho, sendo uma estratégia pedagógica altamente útil para o desenvolvimento de competências de RH e comportamentais. Estas experiências ajudam a melhor definir a área/especialidade à qual pretendemos, todos os dias, desafiar-nos a exercer, moldando o indivíduo dentro do ambiente corporativo.

3.     De que forma é que o ISCAP te permite aplicar os teus conhecimentos ao longo da licenciatura?
O ISCAP é um Instituto altamente voltado para uma cultura de responsabilização social e prática de monotorização dos resultados e desempenhos. Neste sentido, existem valores institucionais altamente evidentes na excelência do ensino, na criação e difusão do saber e na abertura e participação na comunidade. Tal significa que são os inúmeros eventos e iniciativas criados no ISCAP em prol de todos. A AEISCAP também tem tido uma posição excecional quer ao nível de atividades de caráter formativo, quer ao nível de atividades lúdicas. O ISCAP é, sem dúvida, uma Instituição com as portas abertas para grandes oportunidades de formação e profissionais. 

4.     Qual é a melhor memória que guardas dos últimos 3 anos?
É difícil definir apenas uma, uma vez que foram tantas as boas memórias criadas. Ainda assim, a azáfama dos dias oficiais dos eventos criados por nós, turma, foram sempre momentos muito bem guardados. Não só por, no meio do caos, entender que estávamos todos unidos por um objetivo em comum, como também por todos os memoráveis coffee break que, de facto, eram tudo menos umas simples pausas para café. No final, acabávamos sempre da mesma maneira: a levar uma considerável quantidade de comida para toda a família. 

5.     O que é que te faz feliz no ISCAP?
Sem dúvida, os docentes. Empáticos, preocupados, prestáveis, flexíveis e compreensivos é o que os melhor caracteriza. Não só são mediadores entre a informação e a capacidade de transformá-la em conhecimento, como criam todas as condições necessárias para que possamos aprender a pensar e a ter uma verdadeira opinião crítica do mundo que nos rodeia.